domingo, 2 de dezembro de 2012

Dezembro mar

Não navego em mares tortuosos, mas a delicia do teu beijo me faz permanecer com agrado nesse declarado barco furado.Tua pele macia me faz sentir num mar sem fim e o tom da tua voz me traz algo familiar. O que dizes ás vezes é como se já tivera ouvido.Um sentimento místico de vida passada.Um tudo se dizendo nada.Nada a que me entrego.Nada a declarar, nada a temer, hoje o samba me pegou e celebro meu mar distante maré vazia de buscas encontros sem fim que me preenchem de um gostar de viver assim.


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